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5 razões para uma rinoplastia

25 de agosto de 2015

rinoplastia_recifeA rinoplastia, ou cirurgia plástica de nariz, é uma dos procedimentos mais requisitados entre homens e mulheres de todas as idades por diversos motivos, como sua versatilidade.

“Não existe apenas uma razão pela qual uma pessoa consulte um cirurgião plástico sobre rinoplastia. Os motivos são múltiplos e incluem aspectos estéticos e funcionais do nariz. Isso impulsionou a popularidade da rinoplastia, em conjunto com os avanços das técnicas e da tecnologia”, afirma o presidente da Academia Americana de Cirurgia Plástica Facial e Reconstrutiva (AAFPRS, em inglês), Dr. Stephen Park.

Veja cinco razões que levam as pessoas a se submeterem a uma rinoplastia:

5) Se estiver quebrado, conserte
Narizes quebrados são freqüentes e podem acontecer durante a prática de esportes, acidentes ou quedas, por exemplo. O Dr. Park explica que é importante consultar um cirurgião plástico depois de lesões graves no nariz para determinar se houve ou não fraturas e também que há uma janela de tempo em que a cirurgia plástica pode ser feita para corrigir fraturas nasais.

4) Problemas de respiração
O presidente da AAFPRS explica que pessoas que roncam ou tem problemas para respirar tem um desvio de septo ou outra deformidade nasal. De acordo com o cirurgião plástico, uma rinoplastia pode ser indicada para corrigir este problema e melhorar aspectos funcionais. Atualmente os cirurgiões plásticos podem tratar aspectos funcionais e estéticos no mesmo procedimento.

3) Sinusite
Este problema pode ser causado por um desvio de septo ou outra condição que exija uma intervenção cirúrgica. Nestes casos a cirurgia plástica pode ser necessária para melhorar a respiração e a qualidade de vida do paciente.

2) Autoestima melhor
Diversos estudos apontam que a cirurgia plástica de nariz pode melhorar a autoestima e a qualidade de vida das pessoas. O Dr. Edwin Williams, presidente eleito da AAFPRS, explica que se o paciente for consciente do formato e tamanho de seu nariz, a rinoplastia pode ser um propulsor da sua autoestima. O cirurgião plástico ressalta que cirurgias plásticas não devem ser feitas para agradar outras pessoas.

1) Idade avançada
Além dos olhos e queixo, o nariz também pode sofrer com a ação do tempo. O Dr. Willams explica que a gravidade pode puxar o tecido do nariz para baixo e fazer com que a ponta fique para baixo e a deixe mais arredondada.

Com informações da AAFPRS. Leia o texto original aqui.

Entenda melhor a Cirurgia Plástica pós-bariátrica

5 de agosto de 2015

A obesidade é uma doença multifatorial com proporções epidêmicas: 52,5% dos brasileiros estão acima do peso, de acordo com dados do Ministério da Saúde. Junto com a obesidade outras doenças, chamadas de comorbidades, surgem: hipertensão, diabetes, artropatias, infertilidade e muitas outras.

Longe de ser um problema apenas de hábitos, apesar da importância de se manter um estilo de vida saudável, muitos obesos não atingem seus objetivos com tratamentos clínicos e optam pela cirurgia bariátrica ou, popularmente, cirurgia de redução de estômago. Em 2014 foram 88 mil procedimentos deste tipo no Brasil todo.

Muitas vezes a última etapa do tratamento cirúrgico da obesidade envolve uma cirurgia plástica para a retirada do excesso de pele resultante do extremo emagrecimento, após a estabilização do peso e da constatação da equipe médica responsável pela cirurgia bariátrica de que o paciente está apto e liberado a se submeter a uma cirurgia plástica pós-bariátrica.

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O blog da SBCP conversou com o Dr. Alfredo Donnabella, cirurgião plástico integrante da SBCP e regente do capítulo de cirurgia plástica pós-bariátrica da Sociedade, para compreender melhor este procedimento destinado a quem deseja melhorar a forma e o tônus da pele, removendo excesso de tecido.

“O paciente pós-bariátrico é um desafio constante. Conhecer o comportamento do organismo deste paciente e suas limitações é muito importante para criar expectativas reais quanto aos resultados possíveis. É importante salientar que o ex-obeso sofreu muito até chegar ao consultório do Cirurgião Plástico, foi discriminado, foi cobrado como “sem vergonha” por ter dificuldade para emagrecer e lutou muito com sua auto-estima. O Cirurgião Plástico deve receber este paciente com uma visão de quem pede ajuda para terminar o processo de construção de um novo corpo, e porque não dizer da alma também, que se iniciou com a cirurgia bariátrica”, explica o Dr. Donnabella.

Abaixo você pode ler a entrevista completa:

Qual é a principal orientação para quem deseja se submeter a uma cirurgia plástica após grande perda de peso?

A primeira coisa que o paciente submetido a cirurgia pós-bariátrica e que deseja submeter-se a uma cirurgia plástica tem que fazer é procurar a equipe de Cirurgia Geral que fez a gastroplastia para certificar-se que encontra-se apto a realizar a cirurgia plástica e se está liberado para o procedimento proposto.

Esta cirurgia plástica pós-bariátrica é um procedimento específico ou a combinação de outros, como bodylifting?

A reconstrução do corpo do paciente pós-bariátrico compreende vários procedimentos. Os mais realizados são a abdominoplastia e a mamoplastia, seja feminina ou masculina. Outros procedimentos realizados são a coxoplastia, braquioplastia, ritidoplastia (cirurgia de rugas da face) e a dorsoplastia. Estes procedimentos podem ser realizados em etapa única ou em várias etapas. É comum a associação entre algumas cirurgias como: mama com abdome, abdome com dorso e mama com braços. Estas associações só vão poder acontecer se o paciente apresentar condições clínicas para tal e o cirurgião plástico estiver habituado com estas cirurgias.

Após emagrecer muito as pessoas desejam ter um corpo delineado e proporcional. Como elas devem lidar com as expectativas para evitar frustrações com o resultado?

O paciente pós-bariátrico apresenta diversas alterações em seu corpo devido a um emagrecimento rápido causado por uma cirurgia agressiva (gastroplastia). Há uma perda de proteínas importantes para a elasticidade da pele, uma grande frouxidão dos tecidos e uma grande flacidez de pele. Desta maneira, os pacientes devem ter em mente que jamais terão um corpo com qualidade de cobertura cutânea (pele) de boa qualidade. Temos a possibilidade de alcançar bons resultados quanto a forma, mas as custas de vários procedimentos e algumas cicatrizes que podem ser extensas. Algumas vezes os procedimentos perdem a qualidade num período de tempo curto devido a má qualidade da pele e será necessária alguma complementação cirúrgica para melhorar o resultado. Os pacientes devem saber que deverão passar por várias etapas cirúrgicas para se conseguir um resultado próximo ao satisfatório. Deve lembrar que nem sempre a cicatriz resultante fica melhor que o aspecto inicial. Caso o paciente entenda estas limitações, a chance de frustação com o resultado é menor.

Após quanto tempo um paciente bariátrico pode passar por esta cirurgia plástica?

Para submeter-se a cirurgia plástica o paciente pós-bariátrico deve estar com o peso estável por, pelo menos, 3 a 6 meses. A estabilização do peso acontece normalmente, por volta de 12 a 18 meses após a cirurgia. Alguns pacientes podem estabilizar o peso antes deste tempo, mas não é comum.

Este procedimento apresenta algum tipo de risco específico?

Sim. Estes pacientes frequentemente apresentam algum grau de desequilíbrio em seus exames. Os mais comuns são a anemia por deficiência de absorção de ferro, baixa de proteínas por dificuldade de alimentar-se de carnes e a baixa de vitamina B12, que pode levar a alterações neurológicas graves que, às vezes, só aparecem após a cirurgia plástica. É importante salientar que os estudos mostram que quanto maior o peso do paciente na hora da cirurgia plástica, maior será o índice de complicações.

Quais perguntas um paciente candidato a uma cirurgia plástica pós-bariátrica deve se fazer antes de decidir se submeter a este procedimento?

O cirurgião é membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica?
Quais os riscos desta cirurgia?
Existe algo que possa ser feito para diminuir os riscos da cirurgia?
O paciente pós-bariátrico é igual ao paciente convencional?
O resultado da cirurgia será igual ao de um paciente que não fez cirurgia bariátrica?
Devo fazer algum preparo especial para esta cirurgia?
Que cuidados devo tomar antes e após da cirurgia?
Quais as limitações quanto aos resultados, da cirurgia?
Qual o tamanho das cicatrizes?
Vou precisar de outra(s) cirurgia(s) complementar(es)?

Quais perguntas um paciente não pode deixar de fazer ao cirurgião plástico?

Estou preparado para uma cirurgia segura?
Como é a preparação pré-operatória?
Existem algumas dicas que podem ser passadas ao público?

Primeiramente precisamos da liberação da equipe que operou o paciente. A seguir na consulta médica avaliamos as possíveis patologias apresentadas pelo paciente (hipertensão arterial, diabetes, distúrbios respiratórios etc.) e se encontram equilibradas. Avaliação física do paciente visando as queixas e procurando outras alterações não relatadas, às vezes para se tratar bem um queixa do abdome, precisamos tratar o dorso também. Devemos procurar possíveis infecções de pele, que são comuns neste tipo de paciente devido as dobras cutâneas. Esclarecimento de dúvidas e orientações sobre a(s) cirurgia(s). Solicitamos os exames complementares. O paciente deve levar os últimos exames, assim como a relação dos medicamentos de uso contínuo. Uma boa alimentação é imprescindível para se evitar alterações como baixa de ferro ou proteínas. A prática de exercícios físicos é muito benéfica.

E a fase pós-operatória? Quais os cuidados específicos desta cirurgia plástica?

Seguir rigorosamente as orientações do seu médico. Estimular a deambulação. Estimular a ingestão de líquidos. Manter as feridas limpas. Exercícios físicos só após liberação do médico, assim como dirigir ou andar de moto. Como este tipo de cirurgia apresenta um índice de complicações maior do que em pacientes convencionais, qualquer pequena alteração deve ser comunicada ao médico.

Além de manter hábitos saudáveis, como o paciente pode manter os resultados desta cirurgia plástica?

Uma boa alimentação balanceada com ingestão de proteínas. Estes pacientes podem ter dificuldade para ingerir alimentos ricos em proteína. Evitar o “efeito sanfona”. Uso de cremes e hidratantes. Exercícios físicos regulares.

Fonte: Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica

Cirurgia plástica em adolescentes

20 de julho de 2015

foto_adolescentePermitir que um adolescente se submeta a uma cirurgia plástica requer cuidado. Quando um jovem tem este desejo os responsáveis devem fazer uma avaliação criteriosa não somente da motivação do adolescente, mas também de sua condição em passar por um procedimento cirúrgico.

Em geral os adolescentes têm objetivos diferentes dos adultos quando querem fazer uma cirurgia plástica. Enquanto os mais velhos esperam um resultado que os diferencie dos demais, os jovens têm a expectativa de serem parecidos com outros jovens para se inserir socialmente.

Os motivos que levam pessoas jovens a procurarem uma cirurgia plástica são características físicas percebidas como diferentes, estranhas ou que causam dor física, como mamas exageradamente grandes ou orelhas protuberantes, que podem levá-los a um isolamento dos demais e prejudicar sua saúde, sua vida social e sua auto-estima e confiança em si mesmos.

Em geral, os jovens que corrigem possíveis problemas reganham auto-estima e confiança. Uma cirurgia plástica bem sucedida pode, inclusive, reverter a tendência ao isolamento do adolescente que se sente diferente dos demais.

No entanto, nem todo adolescente é um bom candidato à cirurgia plástica. Como em qualquer processo cirúrgico, os responsáveis devem consentir com a realização do procedimento no adolescente, mas antes de dar o próximo passo em direção ao procedimento é preciso se certificar de que ele atende a alguns pré-requisitos:

– Demonstrar maturidade emocional e entender os limites da cirurgia plástica. O desejo deve partir do próprio adolescente e ser expresso claramente por ele.
– Compreender que este é um processo cirúrgico que pode trazer benefícios, mas também possíveis riscos.
– Ter expectativas realistas a respeito dos resultados. Observar se o adolescente tem clareza dos limites da cirurgia plástica e das mudanças que podem ser geradas por ela.
– Ter maturidade mental e física, pois o processo requer preparação. Não ingerir álcool ou outras drogas e não apresentar variações de humor ou comportamento.

Mesmo que estes pontos estejam sendo cumpridos, lembre-se: consulte um cirurgião plástico associado à SBCP para se certificar de que o adolescente está preparado para se submeter a uma cirurgia plástica e que esta é realmente a melhor opção para seu caso!

Com informações da American Society of Plastic Surgeons. Leia o artigo original, em inglês, aqui.

5 mitos sobre flacidez de pele

9 de junho de 2015

fotoCorrer causa flacidez no rosto?

Falso. A flacidez da pele ocorre por dois fatores relacionados ao envelhecimento: perda de colágeno, que dá à pele elasticidade, e perda de gordura facial, que causa o caimento da pele. É pouco provável que o movimento do corpo enquanto você corre seja capaz de danificar o colágeno, de acordo com o presidente da ASAPS, Michael Edwards.

Uma causa mais provável é a exposição prolongada aos raios UVs durante o exercício, que com o tempo quebra o colágeno. Certifique-se de passar protetor solar adequadamente antes de iniciar sua corrida – mesmo que o tempo esteja frio.

Dormir de barriga para baixo causa flacidez?

Falso. A posição na hora de dormir não irá causar a flacidez propriamente dita, mas pode causar rugas, que podem ser vistas no espelho do banheiro todas as manhãs, quando você levanta. Elas são causadas pela pressão do travesseiro na pele delicada do rosto enquanto a pessoa dorme. Quando se é jovem isto não é um problema já que a pele é elástica e volta ao normal rapidamente. Contudo, conforme a pessoa envelhece a pele se torna menos resiliente e estas linhas podem permanecer no rosto. De acordo com o Dr. Edwards, a melhor forma de evitar esta situação é dormir com a barriga para cima.

Se você tiver dificuldades para dormir nesta posição ou se mexe muito durante a noite, é possível encontrar travesseiros no mercado que tentam evitar as rugas.

Você pode fazer exercícios faciais para reduzir a flacidez da pele?

Verdade, mas com uma observação: “Os exercícios aumentam o tamanho dos músculos faciais e reduzir eventualmente a flacidez, eles também causam linhas de expressão”, explica o presidente da ASAPS. Logo, se um exercício reduz as olheiras, ele pode piorar o pé de galinha. Se você não tiver nenhum tipo de restrição, a aplicação de toxina botulínica pode oferecer melhores resultados.

Perda de peso causa flacidez da pele?

Verdade. Quando se ganha peso, a pele do rosto se expande para acomodar o ganho, como em todo o corpo. Se você perder o peso extra você poderá notar bolsas abaixo dos olhos e uma mandíbula com “folga”. “Conforme você envelhece a pele perde elasticidade e depois de esticada ela não voltará a mesma condição de quando você era jovem”, esclarece o Dr. Edwards. Há procedimentos capazes de melhorar estas condições.

Existem produtos que auxiliam na luta contra a flacidez da pele?

Verdade. É possível reduzir a flacidez de fora para dentro: experimente produtos tópicos que aumentam a produção de colágeno e tome vitamina C, que ajuda a recuperar elasticidade da pele. Consulte um especialista antes de qualquer decisão.

Com informações do Health, por Hallie Levine. Leia a matéria original aqui (em inglês).

Completando 18 anos e fazendo uma cirurgia plástica de redução de mamas

mamasAssim como muitas adolescentes, Mackenzie Langan adora ir às compras, mas seus passeios costumavam acabar em lágrimas.

Mackenzie é uma estudante morena e pequena, com cerca de 1,5 metros de altura, mas suas mamas eram muito grandes para seu tamanho. Isso tornava difícil encontrar roupas que servissem nela.

“É bom ter mamas grandes e muitas pessoas dizem que eu tenho sorte por isso”, afirma Mackenzie em entrevista para o Yahoo News. “Mas eu tenho dores nas costas e nos ombros, além do inchaço causado nos ombros. Eu tenho problemas para encontrar roupas. Tenho todas estas dificuldades”, completa a estudante.

Mackenzie decidiu optar por uma cirurgia plástica de redução de mamas quando completou 18 anos.

“Alguém me disse que eu estava indo contra Deus, que me deu esta benção, e eu não deveria fazer ir adiante com a cirurgia plástica, que eu era muito jovem para esta decisão e que não deveria considerar um procedimento nesta idade”, ela recorda. “E eu gostaria de dizer a eles que não me importa sua opinião porque, no fim das contas, é o meu corpo”, completa Mackenzie.

A estudante está longe de ser a única a tomar uma decisão destas. Cirurgias plásticas de redução de mama aumentaram 157% nos EUA entre 1997 e 2013, de acordo com dados da ASAPS. Entre as causas há quem defenda que as garotas de hoje estão entrando mais cedo na puberdade, quem aponte para a epidemia da obesidade ou para as alterações hormonais causadas pela alimentação. Alguns especialistas também afirma quem o aumento é reflexo da evolução da cirurgia plástica na prevenção das cicatrizes e na segurança do procedimento.

Com cada vez mais jovens buscando a cirurgia plástica questões surgem, como se adolescentes como Mackenzie são velhas o suficiente para compreender os riscos potenciais deste procedimento, como cicatrizes, perda de sensibilidade nos mamilos e incapacidade de amamentar.

Para a estudante de 18 anos os benefícios superam os riscos.

“Os riscos causam medo, mas estou pronta para assumi-los e dar este passo porque acredito que no fim valerá a pena”, afirma Mackenzie.

Ela avalia que o tamanho de suas mamas tiveram um preço físico e emocional desde cedo em sua adolescência. Mackenzie sofria com dores nas costas constantemente, não conseguia praticar esportes que ela queria e o atrito do sutiã no ombro causava sangramentos.

“Acho que a pior parte sobre isso para mim foi socialmente e como estar apenas andando na rua ou andando pelo corredor na escola”, disse Mackenzie. “Ser conhecida no primeiro ano como ‘a menina com os peitos gigantes’ ou ter garotos querendo sair comigo porque eu tenho peitos … Isso me dá um monte de problemas de auto-confiança, porque eu sinto que eu não posso confiar nas pessoas”, explica Mackenzie. “Eu queria ser normal, parecer com uma garota normal”, completa a estudante.

Para realizar sua cirurgia plástica, Mackenzie foi com a mãe ao Boston Children’s Hospital para encontrar o Dr. Brian Labow, um dos maiores especialistas americanos em mamoplastias redutoras em adolescentes.

“Vemos pacientes com 12 ou 13 anos, mas isso é raro. A média de idade dos pacientes é de 18 anos”, afirma Dr. Labow, um dos poucos cirurgiões plásticos especializados nestes casos, que exigem cuidados especiais. “Há pacientes com 15 ou 16 anos que apresentam mais maturidade do que outros com 18 anos. Não é apenas a idade que determina isso”, diz o especialista.

Parte da equação também está no aspecto físico, como as constantes dores nas costas que atormentavam Mackenzie.

“Não é apenas a angústia adolescente. Estes pacientes simplesmente não têm a mesma qualidade de vida. Isso é algo sério”, crava o Dr. Labow. “Estes pacientes estão entre os mais felizes, isso se não forem os mais, de quem trato. Eu diria que 99,9% ficam extasiados, a taxa é muito alta nestes pacientes”, completa o cirurgião plástico americano. 

Mackenzie passou por uma cirurgia plástica de quatro horas e reduziu o tamanho de suas mamas. O Dr. Lebow ressalta que ela poderá ter que verificar as condições de amamentação no futuro, mas sua qualidade de vida aumentará muito. “Fará uma grande diferença para ela. Eu penso que ela notará a diferença nos ombros, costas e pescoço. Ela se sentirá mais leve imediatamente”, esclarece.

“Eu realmente não sinti nada diferente até que eu fui ao médico hoje e eu olhei para baixo e foi como, ‘Oh meu Deus, eles se foram’”, disse Mackenzie. “Minha dor nas costas se foi, o que é como a melhor coisa do mundo. Eu posso sentar ereta sem chorar, porque minhas costas sempre machucavam. E eu me sinto completamente nova e isso é ótimo”, finaliza a estudante.

Com informações do Yahoo, por Juju Chang, Erin Brady, Jackie Jesko e Lauren Effron. Leia a original (em inglês) aqui.

Porque você deveria tentar exercícios com o peso corporal

4 de junho de 2015

fotoTendências fitness vêm e vão, mas um tipo de exercício parece ser resistente às mudanças na área: o treino com o peso corporal. Mas o que é isso, exatamente?

“Exercícios com o peso corporal são feitos sem nenhum tipo de resistência externa ou cargas no corpo”, explica à reportagem do Washington Post Mike Fantigrassi, instrutor máster na National Academy of Sports Medicine. “Sem elásticos de resistência ou pesos”.

Alguns exercícios envolvem o mínimo de equipamento como faixas de suspensão TRX para fazer barras ou bolas Bosu para o equilíbrio. Mas, segundo Fantigrassi, você pode fazê-los em qualquer lugar.

Outro benefício deste tipo de treino é uma abordagem integral do exercício. Em outras palavras, ao invés de isolar um músculo ou um grupo muscular, o treino apenas com o peso do corpo envolve muitas partes do corpo. Por exemplo, flexões trabalham o peitoral, os ombros, os braços e os músculos abdominais.

Eles também tendem a exigir mais equilíbrio e coordenação. Pense em como seu corpo age ao executar polichinelos ou agachamentos em uma perna só em comparação ao uso de um equipamento como o leg-press em academias.

Você pode pensar, então, como é possível progredir para uma versão mais exigente do treino sem o uso de pesos externos. Mas isso é fácil, de acordo com um especialista ouvido pela reportagem.

Por exemplo, como progredir a partir de um agachamento básico: alguém que está fora de forma poderia começar sentando e levantando de uma cadeira. Outra pessoa melhor condicionada poderia começar a fazer agachamentos com pulos, adicionando movimentos rápidos e de explosão, conhecidos como pliometricos.

De forma similar, pessoas que desejam trabalhar os membros superiores podem começar com flexões assistidas, colocando as mãos em um banco e os pés no chão. Uma pessoa mais forte poderia progredir fazendo flexões com palmas ou até mesmo com apenas uma mão.

Para movimentos de puxar, como barras, uma opção exigente seria fazer o exercício sem nenhum tipo de assistência, o que exigiria os músculos abdominais, os ombros, os braços, ante-braços e as mãos, assim como a base pélvica, usada para evitar que as pernas tremam. Portanto, não pense que exercícios com o peso corporal serão fáceis: ginastas fazem este tipo de exercícios.

“Eu acredito que exercícios com o peso do corpo são para todos”, explica Elizabeth Brooks, especialista na matéria do Washington Post. “Você precisa apenas aprender a manipular o treino e as repetições para progredir em certos movimentos”, completa.

Há algumas limitações. Brooks, uma ex-fisiculturista, avisa que se você quiser bíceps grandes o treino com peso corporal não irá oferecer isso, especificamente.

Por outro lado, este tipo de exercício pode ser desafiador de mais para pessoas obesas ou sem condicionamento, de acordo com Fantigrassi. Ele também não é indicado para prevenir contra a osteoporose – neste caso, o especialista afirma que “ainda daria exercícios de resistência para pessoas mais velhas”.

De forma geral é difícil treinar a parte superior do corpo apenas com o peso corporal a menos que você já seja muito forte, afirma Fantigrassi. Nem todos conseguem fazer uma barra ou flexão e manter a boa forma, por exemplo, mas a maioria consegue fazer um supino com halteres leves.

Brooks está de acordo com esta visão e afirma que, no fim, a questão é ajustar o treino à necessidade e capacidade do cliente. A ex-fisiculturista, inclusive, utiliza exercícios com peso corporal para diagnosticar o que a pessoa precisa. “Se eles não conseguem fazer um agachamento, por diria a eles para fazerem um leg press?”, afirma.

“Exercícios com peso corporal compõe uma base capaz de qualificar as pessoas a irem para o próximo nível”, explica Brooks. “A beleza deste tipo de treino não é a sofisticação. Ele foca nas necessidades ao invés dos aparelhos. Eu amo exercícios de peso corporal”, finaliza Brooks.

Com informações do Washington Post. Leia a matéria completa aqui.

Cirurgias plásticas demandam precauções

2 de junho de 2015

Diminuir a barriguinha, aumentar os seios e levantar o nariz estão entre os procedimentos estéticos corriqueiros que colocam o Brasil no topo da lista de países com maior número de cirurgias plásticas estéticas. Mas, apesar de o país ter cirurgiões plásticos conceituados no mundo todo, quem procura por esse tipo de procedimento deve tomar algumas precauções. Segundo dados Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, enquanto nos últimos dez anos a população brasileira aumentou 10%, o número de cirurgiões plásticos aumentou 90%. Em 2014, foram feitas 1,49 milhão de procedimentos cirúrgicos estéticos.

O professor de psicologia social da Universidade de Brasília, Fábio Iglesias, conta que a busca por essas modificações faz parte de um processo chamado de gerenciamento de impressões, com o qual as pessoas buscam se posicionar em determinados meios. Ele explica que assim como as pessoas procuram se vestir, maquiar-se, escolher fotos para as redes sociais pensando em como serão vistas e em serem bem-aceitas, elas procuram os procedimentos estéticos com a mesma finalidade. “Essa cirurgia permite que a impressão sobre aquela pessoa seja melhor gerenciada e de uma forma que hoje não é mais tão cara e que também é mais rápida que outros meios”, explica.

O especialista ressalta que como o clima do Brasil, principalmente em regiões litorâneas, favorece a exposição do corpo, a preocupação com a estética também aumenta. “As pessoas exibem muito mais o corpo. Esse apego muito grande à beleza, [querer] parecer mais bonito e mais jovem é bastante evidente aqui, o que coloca o Brasil no topo desse ranking mundial.”

O presidente da regional de São Paulo da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, Fernando Prado, aconselha o paciente a, antes de passar por um procedimento como esse, pedir referências de médicos e consultar, no site da entidade, se o profissional tem o título de especialista. “Às vezes médicos que não conseguem residência acabam aceitando um pouco de cada especialidade, mas não ficam realmente qualificados em nenhuma”, acrescenta. O especialista cita pesquisa de 2008 apontando que 97% dos erros em cirurgias plásticas foram cometidos por profissionais que não passaram pela residência específica. Ele ainda conta que a consulta deve ser longa o suficiente para tirar todas as dúvidas do paciente.

Depois de duas cirurgias não satisfatórias para modificar o nariz, a carioca Sônia Cruz buscou um terceiro procedimento. Desta vez, a aposentada sofreu danos graves. “Nesse terceiro procedimento, o camarada retirou toda a cartilagem do meu nariz. Eu tive que fazer outra cirurgia para reparar, tive que repor cartilagem da orelha no nariz”, contou Sônia. Só depois dos danos, ela soube que o médico não era especialista em cirurgia plástica. Oito anos depois, Sônia passou por outro procedimento e, mesmo assim, não ficou totalmente satisfeita com o resultado.

Em alguns casos, mesmo tomando todas as preocupações, um procedimento cirurgico pode acabar mal. Em 2014, a bancária brasiliense Railma Siqueira buscou, aos 32 anos, um especialista para trocar as próteses mamárias. “Ela pesquisou bem, eu fui com ela ao médico, que nos passou confiança, de quem tivemos referências. Agimos com segurança”, conta Cleydson Siqueira, marido de Railma. Ao conversar com o médico, a bancária resolveu fazer ainda uma miniabdominoplastia e uma lipoaspiração. Railma morreu dias depois da cirurgia, após passar por duas hemorragias.

“Nós acreditávamos que tínhamos um bom profissional. Nunca imaginei que isso pudesse acontecer. Ele foi negligente. Teve a oportunidades de socorrê-la e não o fez, mas não podemos generalizar, tem ótimos profissionais no mercado”, disse Cleydson.

Por outro lado, cirurgias bem-sucedidas podem realmente mudar a vida do paciente. A cabeleireira de Brasília Silvia Olive, de 39 anos, estava com a autoestima baixa com as mudanças que a gravidez provocou em seu corpo. “Eu não me sentia nada atraente. Nem tinha espelho em casa, não ficava sem roupa na frente de ninguém. Procurei muito e pesquisei no site do conselho para ver se o médico que me indicaram era especialista”, relembra. Depois de uma lipo e uma abdominoplastia no ano passado, ela está satisfeita. “Eu passei a me olhar no espelho novamente. Até a intimidade com meu marido melhorou. Agora tenho coleção de lingerie”, conta Sílvia.

Fonte: Agência Brasil
Autora: Aline Leal

Procura por cirurgias plásticas aumenta no outono e inverno

20 de maio de 2015

fotoAlém do período em que se usa mais roupas para cobrir o corpo durante recuperação, férias escolares ajudam na hora de procedimentos como otoplastia e desvio de septo

Com a chegada do outono e dos dias mais frios, o número de cirurgias plásticas e corretivas aumenta em até 50% e em algumas cidades do país esse número é ainda maior, segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. O estudo também revela que o aumento nas clínicas chega até 60%, em média, em São Paulo.

Esse grande aumento no número de cirurgias plásticas acontece por causa de três motivos: recuperação completa até a chegada do verão, época de férias e temperatura mais baixa.

Com o clima mais ameno, fica menos incômodo utilizar acessórios necessários no pós-operatório, como ataduras e cintas. Além disso, por estar mais frio, é mais fácil e confortável esconder as cicatrizes e os curativos. A estação também é mais propícia ao repouso, que é imprescindível para que o paciente se recupere.

Outro fator que influencia o crescimento da procura é o tempo ideal de recuperação até a chegada do verão. A grande parte das cirurgias exige, em média, seis meses de repouso e cuidados até que a pessoa possa voltar à rotina sem preocupações. Na maioria dos casos, em 30 dias o paciente já está recuperado, porém, para entrar na água do mar ou expor a cicatriz ao sol, por exemplo, é preciso, no mínimo três meses.

Além disso, os meses de junho e julho coincidem com o período de férias escolares, o que torna a época ideal para cirurgias como a otoplastia ou correção do desvio do septo, procedimentos comuns em alguns jovens. Para quem pretende fazer alguma dessas cirurgias, a dica é marcar a operação antecipadamente e adiantar todos os exames médicos.

Apesar das diversas vantagens dessa época do ano para as cirurgias plásticas, nada impede que esses procedimentos sejam realizados em outras estações. O importante é passar por um acompanhamento médico e seguir à risca todas as orientações dos profissionais da saúde.

Fonte: CBN Foz

Quando um desejo é apenas um desejo

28 de abril de 2015

fotoPor que reprovamos mulheres que se submetem a cirurgias plásticas? (Publicado originalmente no site da ELLE).

Há alguns anos, Lisa Kudrow, atriz que ficou famosa ao interpretar a personagem Phoebe no seriado Friends, foi entrevistada no programa Saturday Evening Post. Uma das perguntas foi sobre sua cirurgia plástica de nariz.

“Mudou minha vida. Na minha cabeça eu havia deixado de ser medonha. Eu fiz durante o verão, antes de ir para uma nova escola. Então muitas pessoas não sabiam como eu era feia antes. Foi uma mudança muito, muito, muito boa”, afirmou a atriz.

Lisa Kudrow não é uma vítima de padrões de beleza injustos. Ela não é uma mulher obcecada em buscar um visual de estrela. Tampouco é alguém que acredita que seu valor depende exclusivamente de sua aparência. Ao invés disto, Lisa Kudrow é apenas uma mulher que fez uma rinoplastia anos atrás e que acredita que sua vida melhorou por causa disso. Algumas vezes é simples assim!

Eu sei porque também me submeti a uma cirurgia plástica. Quando digo às pessoas que eu fiz uma mamoplastia redutora, elas geralmente dizem que não conta: “Não é realmente uma cirurgia plástica. É por questões de saúde, certo?” Ou então: “É basicamente o oposto da cirurgia plástica. Você queria parecer menos sexy!”.

Algumas vezes eu concordo com eles. Não porque estejam certos, mas porque não vale a pena discutir – eles já decidiram que eu não cometi o pecado de alterar meu corpo cirurgicamente por razões puramente estéticas. Isto é para os fúteis e os rasos, e eu não sou nem um nem outro.

A verdade é que o motivo foi, sim, estético. Eu não gostava das proporções de meu corpo quando tinha mamas muito grandes. Roupas não me caiam bem e não havia sutiã esportivo que controlasse adequadamente o desconforto físico e psicológico do balanço das minhas mamas enquanto eu corria. É claro que eu poderia desenvolver problemas nas costas, mas isso não é 100% certo. Sinceramente, a sensação de leveza e a capacidade de usar roupas adequadas para mim fez a cirurgia plástica valer a pena que eu nunca fiz questão de justificar o procedimento como algo que fiz para minha saúde.

Pesquisas indicam que mulheres como Lisa Kudrow e eu são a regra. Um deles descobriu que apenas 12% das mulheres que se submetem a cirurgias plásticas têm expectativas irreais. A maioria das pessoas que realiza um procedimento não espera que uma pequena mudança as tornem pessoas diferentes. Como resultado disto, elas experimentam um aumento na satisfação pessoal e na confiança após as cirurgias plásticas. “Comparadas com aquelas que optaram por não se submeter a procedimentos, as pacientes se sentiram mais saudáveis, menos ansiosas, com maior auto-estima e acharam não apenas a parte submetida ao procedimento, mas todo seu corpo, mais atraente”, escreveram os autores. “Não foram observados efeitos adversos”, completaram os pesquisadores.

Falar da imagem corporal é complicado. A pressão para ter determinada aparência é real e a exigência apenas aumenta nestes tempos de smartphones e redes sociais. De acordo com a ASPS – American Association of Plastic Surgeons, o número de cirurgias plásticas aumentou 5% desde 2011, especialmente pela alta de procedimentos menos invasivos. A transformação física de celebridades apenas reforçam o movimento “salvem as mulheres delas mesmas”.

Muitos pensam que devemos acabar com este sistema que faz as mulheres acharem que devem ter um visual padrão para serem bonitas. Eu concordo que é preciso muito trabalho para fazer com que mulheres de diferentes etinias, biotipos e idades se sentirem atraentes também. Ainda assim, enquanto este trabalho importante é feito, é preciso dar espaço para que, quando todas estiverem livres destes esteriótipos, muitas mulheres ainda irão optar por se submeterem a uma cirurgia plástica. E isto também está certo. Nós podemos ampliar o padrão de beleza sem condenar quem faz esta escolha. Não se trata de feminismo, apenas, mas de que a ideia de liberação das mulheres também envolve a noção de que nem toda decisão pessoal deve ser comparada ao coletivo. Algumas vezes, um facelift é apenas um facelift.

Além de expandir nossos ideais de beleza e a tolerância, precisamos combater a ideia perniciosa de que nosso interior e nosso exterior estão     em desacordo. A forma como falamos de mulheres que se submetem a cirurgias plásticas é baseada na suposição de que cuidar de nossa aparência e de nossa alma são uma soma que deve dar zero. É uma lógica que leva a pensar que algo não natural em nosso corpo demonstra que internamente também temos algo falso, fazendo com que toda vez que escutemos falar de alguém que fez uma cirurgia plástica, balancemos nossas cabeças em sinal de repulsa e reprovação.

Eu acredito que é possível perseguir verdades pessoais usando batom, ser feminista depois de um facelift ou escolher algo falso e ao mesmo tempo ser verdadeira.

Com informações da revista ELLE / Fonte: Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica

Procura por cirurgias plásticas cresce no outono

7 de abril de 2015

fotoCom a chegada do outono, aumenta a procura por cirurgias plásticas, principalmente pela lipoaspiração, vista por um grande número de mulheres como a solução de seus problemas. Os preços mais acessíveis e o aumento de médicos especialistas na área impulsionam essa procura, levando o setor a movimentar mais de R$ 2 bilhões por ano, segundo pesquisas da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, que aponta a lipoaspiração como a cirurgia plástica mais comum no Brasil, sendo que são realizadas cerca de 300 mil operações todos os anos. Mas, como em qualquer outro procedimento cirúrgico, é necessário observar uma série de informações antes de decidir submeter-se ao procedimento.

Segundo o cirurgião plástico Adilson Laxe Júnior, do Rio de Janeiro, a bateria de exames de sangue e o exame cardiológico, chamado risco cirúrgico, visam detectar alguma alteração na saúde do paciente. ”Lembre-se que para fazer uma cirurgia plástica estética o ideal é que você esteja em perfeitas condições de saúde. É preciso informar ao médico os medicamentos que você faz uso e evitar todo e qualquer medicamento para emagrecer antes de fazer a cirurgia, pois eles podem interferir nos resultados”, explica Adilson Júnior.

O cirurgião afirma que o profissional escolhido deve ser indicado por pessoas de confiança, ver a procedência. ”Certifique-se que seu cirurgião possui uma especialização em cirurgia plástica e que pode participar dos congressos nos quais são feitas as atualizações”, complementa, lembrando que a lipoaspiração deve ser realizada em um centro cirúrgico de um ambiente hospitalar vistoriado pela vigilância sanitária, onde são tomados cuidados de esterilização e existem aparelhos que podem atender o paciente durante as cirurgias e no caso de uma emergência. ”E mesmo quando a cirurgia for realizada com anestesia local, exija a presença de um médico anestesista, pois é esse profissional que vai monitorar os dados vitais (pressão arterial, batimento cardíaco, oxigenação do sangue) proporcionando ao cirurgião tranquilidade para se concentrar apenas no ato cirúrgico”, orienta o médico, afirmando que se realizada nessas condições, dificilmente a lipoaspiração terá complicações graves.

Fonte: Jornal do Brasil